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5 medos que você deve combater se quiser ser feliz de verdade

O medo é um antigo e precioso mecanismo de defesa, sem ele a raça humana não teria evoluído e se tornado tão inteligente.  Neste artigo não vou falar dos medos clássicos, mas sim dos medos novos que estão atingindo muitas pessoas com o avanço das novas tecnologias. Nós humanos evoluímos em todas as áreas nas últimas décadas, inclusive nos problemas emocionais, que vão se tornando diferentes ao longo dos anos. Vou listar aqui os medos mais frequentes que ouço de pessoas que atendo e que entram em contato pedindo ajuda.
1 - Medo do fracasso
Estamos vivendo em um tempo em que precisamos provar nas redes sociais que somos felizes, bem sucedidos e realizados. Quem trabalha com saúde mental e aconselhamento sabe bem a verdade de muitas postagens de sucesso e felicidade. Muitos sem sequer perceber se sentem afetados por não conseguirem ter a vida perfeita que observam na internet. O medo do fracasso fica ali, contido e as cobranças internas começam a pesar e muitos gastam todo o tempo buscando s…

Pessoas burras gostam mais de sair com os amigos

Qual é a sua sexta-feira ideal? A resposta pode depender do quão inteligente você é. Um time internacional de psicólogos desenvolveu um estudo para entender como a felicidade humana está ligada à inteligência e à socialização.

A principal conclusão do estudo foi que pessoas menos inteligentes ficam progressivamente mais felizes conforme aumenta a frequência com que socializam com os amigos. Ou seja, sair com gente próxima aumenta seu bem estar e sua satisfação com a vida.

Já com as pessoas muito inteligentes, não existia essa associação. Socialização e amizade não afetavam a felicidade. Pior: para as pessoas extremamente inteligentes, com o maior QI, a felicidade diminuía quanto mais tempo passavam com pessoas queridas.

Os pesquisadores do estudo são especialistas em psicologia evolutiva – ou seja, acreditam que, assim como os fatores biológicos, nossos comportamentos também foram selecionados naturalmente, prevalecendo os mais adaptados à situação.

O que eles propõem é a Teoria da Felicidade na Savana. Para eles, a inteligência nada mais é do que uma adaptação ao mundo moderno: quem é menos inteligente tem mais dificuldade de lidar com os desafios dos tempos atuais. Seu raciocínio e suas emoções ainda seriam muito parecidos com aqueles que apresentavam os humanos antigos, tribais e gregários, na savana africana. Já quem é mais inteligente estaria melhor adaptado psicologicamente aos dias de hoje.

Na pesquisa, eles avaliaram a inteligência com testes de QI e de inteligência verbal (quanto mais extenso o vocabulário do participante, maior sua pontuação). Depois, avaliaram a satisfação que essas pessoas sentiam em várias situações, que remetiam ao estilo de vida moderno ou pré-histórico.

As pessoas com menor QI se sentiam mais satisfeitas em ambientes mais vazios e menos populosos. Sua felicidade diminuía quando eram expostos aos grandes centros urbanos lotados e impessoais. Encontrar os amigos, portanto, seria uma compensação, criando círculos mais íntimos e, de certa forma, tribais.

Já os mais inteligentes se sentiam bem, mesmo isolados na cidade grande, fortalecendo a teoria dos pesquisadores de que estão mais adaptados à modernidade.

Mas a pesquisa também encontrou uma informação curiosa. As pessoas mais inteligentes curtem menos os momentos com os amigos, isso já sabemos. Porém, saem com os amigos com uma frequência igual ou maior do que os amigos mais burrinhos.

Isso significa que ou eles não percebem que aquilo não os deixa contentes ou existe uma pressão social que diz que você deveria ficar mais feliz por conviver com pessoas queridas. E aí eles reproduzem o comportamento mesmo que não se sintam mais satisfeitos.

Fonte:Superinteressante


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